Implora ao acaso algum sinal de vida
Nada
Espera, investiga o celular inúmeras vezes por telefones, mensagens talvez
Nada
Um tranqüilizante agora não seria suficiente
Nada
O coração bate sem medo, tantos sentimentos (dentro/percorrem) de Carla
Nada
Se compara ao amor inevitável que sente por ele
Nada
É capaz de tira-lo de seu pensamento, nem em sonhos, nem em suspiros ou respiros,arrepios
Nada
Pode ser mais agonizante do que a espera á (numero de km que está distante)
Se ele quisesse, dançaria agora com ele a dança dele
Colocaria o pé na estrada,
Só com ele e mais NADA!
domingo, 29 de novembro de 2009
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
'Eu quero ver você dançar
em cima de uma faca molhada de sangue
enfiada no meu coração
cada passo em falso
que eu disfarço
e não posso mais ser seu
eu não consigo mais viver sem ter
poder falar não sei
eu te levo, trago e não passo
e está tudo bem
se eu desmonto e disfarço
é porque você não vem
Mas se eu meço e renovo
é porque eu te quero bem,te quero bem.'
(Mombojó)
em cima de uma faca molhada de sangue
enfiada no meu coração
cada passo em falso
que eu disfarço
e não posso mais ser seu
eu não consigo mais viver sem ter
poder falar não sei
eu te levo, trago e não passo
e está tudo bem
se eu desmonto e disfarço
é porque você não vem
Mas se eu meço e renovo
é porque eu te quero bem,te quero bem.'
(Mombojó)
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
Os olhos são janelas da alma,
conseguem se tornar refulgentes á medida que a alma se nutre de paz interior, de estrelas ensandecidas pelo calor, de nuvens espessas fingindo chorar quando na verdade sorriem debilmente.
O ímpeto selvagem expande, descubro-me dentro do universo anímico que tanto aprecio e desprezo. Pego outro caminhos, me faço levar. Exergo as formigas trabalhando e até mesmo o vaga-lume com sua bunda piscante tentando fisgar - nesse verão no qual meus olhos resplandecem sustentando-me mais e mais.
Não sou oque escrevo, ái respiro. E viajo longe, nas nuvens do novo horizonte.
As janelas se abrem calmamente, me descobrem no íntimo.
O ímpeto selvagem expande, descubro-me dentro do universo anímico que tanto aprecio e desprezo. Pego outro caminhos, me faço levar. Exergo as formigas trabalhando e até mesmo o vaga-lume com sua bunda piscante tentando fisgar - nesse verão no qual meus olhos resplandecem sustentando-me mais e mais.
Não sou oque escrevo, ái respiro. E viajo longe, nas nuvens do novo horizonte.
As janelas se abrem calmamente, me descobrem no íntimo.
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
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